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Novidades LeYa para Fevereiro

30 Jan, 2018

Novidades editoriais da Leya para o mês de Fevereiro, entre elas, A Febre das Almas Sensíveis, de Isabel Rio Novo (Dom Quixote), A Vida é Um Tango e Outras Histórias, de Cristina Norton (Oficina do Livro), Na Prática a Teoria é Outra, de Victor Cunha Rego (Dom Quixote - Ensaio), Um Gentleman em Moscovo, de Amor Towles (Dom Quixote), A Filha, de Anna Giurickovic Dato (Dom Quixote), O Nervo Ótico, de María Gainza (Dom Quixote), Os Que Sucumbem e os Que se Salvam, de Primo Levi (Dom Quixote) e Querida Ijeawele, de Chimamanda Ngozie Adichie (Dom Quixote - Ensaio).

A Febre das Almas Sensíveis
Isabel Rio Novo
DOM QUIXOTE
Portugal, primeira metade do século xx. Entre os males que assolam um país isolado e retrógrado, a tuberculose ressalta como uma das principais causas de morte.
Ainda sem recursos farmacológicos para combater a doença, os médicos recomendam aos infetados o internamento em sanatórios instalados em zonas de altitude. Na serra do Caramulo, outrora uma região pobre e agreste, cresce uma estância sofisticada que, no auge do seu funcionamento, chega a acolher milhares de doentes.
Entre o edifício do Grande Sanatório do passado – onde o drama do jovem Armando se cruza com o dos outros pacientes –, os escombros do presente, visitados por uma rapariga que coleciona histórias de escritores tuberculosos, e as páginas escritas pelo misterioso «R. N.», movem-se almas de todos os tempos: Eduardo, Natália, Carolina e Ernest, mas também Soares de Passos, Júlio Dinis, António Nobre e tantos outros atingidos pela febre das almas sensíveis.
Romance Finalista do Prémio Leya
Nas livrarias a 13 de Fevereiro

A Vida é Um Tango e Outras Histórias
Cristina Norton
OFICINA DO LIVRO
Fiel às suas raízes argentinas, Cristina Norton segue, em A Vida É Um Tango, a tradição dos grandes contistas latino-americanos. As suas histórias transportam-nos à Argentina, ao México, a França e a Portugal, dando-nos a conhecer um cleptómano que rouba a voz de um grande cantor, uma pintora com uma vida insólita, uma mulher que lê o destino nas folhas de chá, um anão bombeiro, uma menina malcomportada, a perna perdida de uma grande artista, a vingança póstuma de uma sogra, entre outras personagens e coisas memoráveis.
Algumas destas histórias são fruto das vivências da autora, como «A Mãe da Plaza de Mayo». Outras, do seu hábito de observar o quotidiano sob uma perspectiva irónica e cheia de picardia. Como foi o caso de duas mulheres muito parecidas num consultório, onde aguardam a chegada de um homem, episódio que inspirou o conto «O Bígamo». Imagens rápidas como flashes, que levam Cristina Norton a escrever rascunhos, com a rapidez de quem esboça uma paisagem, para depois os trabalhar até atingirem a forma redonda de um conto, serem um relato curto, mas intenso, para levar o leitor a lê-lo de uma assentada.
Nas livrarias a 13 de Fevereiro

Na Prática a Teoria é Outra (escritos 1957-99)
Victor Cunha Rego
DOM QUIXOTE
(Ensaio)
Com prefácios de José Cutileiro, Otavio Frias Filho, Manuel de Lucena e José Miguel Júdice, esta edição organizada por Vasco Rosa e André Cunha Rego, reúne todos os textos do jornalista, colunista e diplomata.
Nas livrarias a 27 de Fevereiro

Um Gentleman em Moscovo
Amor Towles
DOM QUIXOTE
- Tradução de Tânia Ganho
Por causa de um poema, um tribunal bolchevique condena o conde Aleksandr Rostov a prisão domiciliária. Ficará retido, por tempo indeterminado, no sumptuoso Hotel Metropol. A prisão pode ser dourada. Mas é uma prisão.
Estamos em Junho de 1922. Despejado da sua luxuosa suíte, o conde é confinado a um quarto no sótão, iluminado por uma janela do tamanho de um tabuleiro de xadrez. É a partir dali que observa a dramática transformação da Rússia. Vê com tristeza os magníficos salões do hotel, antes animados por bailes de gala, serem agora esmagados pelas pesadas botas dos camaradas proletários. E vê-se obrigado a negociar a sua sobrevivência, num ambiente subitamente hostil.
Aos poucos, porém, o aristocrata descobre aliados no hotel, com quem partilha o seu amor pelo belo – e a defesa de valores morais que nenhuma ideologia poderá vergar. Faz-se amigo do chef, dos porteiros, do barbeiro, do encarregado da garrafeira, e com eles conspira para devolver ao Metropol a sua antiga e majestosa glória. Ao mesmo tempo, toma sob a sua proteção uma menina desamparada, a quem provará que a vida não se resume à luta de classes.
Nas livrarias a 6 de Fevereiro

A Filha
Anna Giurickovic Dato
DOM QUIXOTE
- Tradução de José Colaço Barreiros
Ambientado entre Rabat e Roma, A Filha coloca-nos perante uma perturbante história familiar, em que a relação entre Giorgio e a sua filha Maria oculta um segredo inconfessável. A narrar tudo na primeira pessoa está, porém, a mulher e mãe Silvia, cuja paixão pelo marido a torna incapaz de reconhecer a doença de que este sofre.
Enquanto observamos Maria, que não dorme durante a noite e renuncia à escola e às amizades, a revoltar-se continuamente contra a mãe e a crescer dentro de um ambiente de dor e de suspeita, vamos pouco a pouco descobrindo a subtil trama psicológica dos acontecimentos e compreendendo a culposa incapacidade dos adultos em defender as fragilidades e as fraquezas dos filhos. Quando, após a misteriosa morte de Giorgio, mãe e filha se mudam para Roma, Silvia apaixona-se por Antonio, e o almoço que organiza para apresentar o novo companheiro à filha despertará antigos dramas. Será Maria de facto inocente, será realmente a vítima da relação com o seu pai? Então, porque tenta seduzir Antonio sob os olhares humilhados da mãe? E seria a própria Silvia verdadeiramente desconhecedora do que Giorgio impunha à filha?
Nas livrarias a 27 de Fevereiro

O Nervo Ótico
María Gainza
DOM QUIXOTE
- Tradução de Maria do Carmo Abreu
Efetivamente, quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu – lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros –, a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam.
O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla.
Nas livrarias a 13 de Fevereiro

Os Que Sucumbem e os Que se Salvam
Primo Levi
DOM QUIXOTE
- Tradução de José Colaço Barreiros
Quarenta anos depois do clássico Se Isto É Um Homem, Primo Levi, consciente de que o Holocausto corria o risco de, pouco a pouco, ser apagado da memória coletiva, voltou ao tema dos campos de concentração nazis com a apaixonada e apaixonante clareza de toda a sua obra.
O resultado foi este livro de 1986 – um ano antes do seu suicídio – no qual procura respostas para perguntas que nunca deixaram de o obcecar até ao fim.
Quais são as estruturas hierárquicas de um sistema autoritário e quais as técnicas para aniquilar a personalidade de um indivíduo? Que relações se criam entre opressores e oprimidos? Quem são os seres que habitam a «zona cinzenta» da colaboração? Como se constrói um monstro? Era possível compreender de dentro a lógica da máquina de extermínio? Era possível revoltar-se? Por fim, como funciona a memória de uma experiência extrema?
Questões que, infelizmente, são ainda hoje bem atuais, e a que Primo Levi responde com a sua lucidez extrema e no estilo seco e descarnado que lhe é tão próprio.
Nas livrarias a 13 de Fevereiro

Querida Ijeawele
Chimamanda Ngozie Adichie
DOM QUIXOTE
(Ensaio)
- Tradução de Ana Saldanha
Quando uma amiga lhe perguntou qual a melhor forma de educar a filha como feminista, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie respondeu com uma carta: Querida Ijeawele…Neste texto intimista, faz 15 sugestões. O seu objectivo? Fortalecer as novas gerações de mulheres e proporcionar-lhes as ferramentas para crescerem com um maior sentido de identidade e independência. Da aparência à parentalidade, do casamento à sexualidade e até mesmo à escolha dos brinquedos na infância, a autora explora temas fundamentais e incita as mulheres a desprenderem-se dos velhos mitos e de uma sociedade predominantemente machista (ainda que, nalguns casos, de forma encapotada).
Nas livrarias a 30 de Fevereiro

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